segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mais um tempo...

Estou dando mais um tempo nas postagens. Meu tempo está muito curto, muito trabalho. Os últimos posts, não houve downloads, daí o Rapidshare tirou do ar. Eu não tenho tempo pra ficar atualizando a cada 30 dias tudo que eu posto. As vezes colocam comentários de que se não for pra atualizar, que nem poste. Então, acho que será isso mesmo que vou fazer. Esse inclusive, é o post de nº 665. Acho que o de nº 666 será pra finalizar o blog. Abraço a todos.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Barclay James Harvest - Best Of



Esse é um Best Of para quem não conhece nada da banda. Existe um apanhado de excelentes músicas e vale a pena conferir.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Patrulha do Espaço - 1982 - Patrulha

Esse album é um clássico do hard rock nacional. A formação que gravou esse disco contava com Eduardo Chermont nas guitarras e vocais, Sérgio Santana no baixo e vocal e o eterno Rolando Castello Júnior na bateria. Esse trio fazia um som voltado ao hard rock, com umas levadas progressivas e alguns sintetizadores.

O disco foi lançado em 1982 pela Baratos Afins e contém oito faixas espetaculares, como Columbia, a clássica Festa do Rock, Mar Metálico, Cão Vadio e sua levada cadenciada e com viradas furiosas. É obrigatória em qualquer discografia de um verdadeiro Rocker.

1 - Columbia
2 - Bomba
3 - Jeito agressivo
4 - Festa de rock
5 - Mar metálico
6 - Cão vadio
7 - Transcendental
8 - Meus 26 anos

Guitarra e vocal - Eduardo Chermont
Bateria - Rolando Castello Jr.
Baixo e vocal - Sérgio Santana

PRODUÇÃO: PATRULHA

GRAVADORA: BARATOS AFINS
 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Running Wild - 2002 - Brotherhood


Dos últimos álbuns, antes do "fim" da banda, Brotherhood é na minha opinião, o melhor deles. Mantendo a raíz do som da banda, alguns novos elementos são acrescentados e funcionam muito bem. Confiram.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Running Wild - 2005 - Rogues En Vogue


Para comemorar a notícia do ano, que é a volta dos "Piratas", começo a postar alguns Running Wilds. Esse é o Rogues En Vogue, último álbum de estúdio antes do fim da banda. Esse álbum é muito parecido com o que Rock'N'Rolf viria a fazer no Toxic Taste. É um excelente álbum e vale a pena conferir, quem ainda não o conhece.

1. Draw the Line – 4:11
2. Angel of Mercy – 4:44
3. Skeleton Dance – 4:25
4. Skull & Bones – 6:23
5. Born Bad, Dying Worse – 4:17
6. Black Gold – 4:16
7. Soul Vampires – 3:53
8. Rogues en Vogue – 4:45
9. Winged & Feathered – 5:14
10. Dead Man's Road – 3:34
11. The War – 10:38

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

É oficial, o Running Wild está de volta!



É oficial: o Running Wild está de volta! Sete anos após a sua último álbum de estúdio "Rogues En Vogue" o capitão Rock'n'Rolf anunciou para o deleite dos inúmeros fãs, que em abril de 2012, o novo álbum "Shadowmaker" será lançado.
"Minhas afirmações, na primavera de 2009, eram verdadeiras. Por isso acabou Running Wild. Eu precisava de uma pausa e eu não poderia dizer isso. Mesmo em janeiro de 2011 ainda não imaginava que um dia eu iria gostar de gravar novo álbum", diz Rolf. "Eu me divertia compondo novas canções. A partir de então foi, surpreendentemente, apenas um salto pequeno para um álbum de estúdio totalmente novo."
Essa são as palavras do mestre Rock'n'Rolf no site oficial da banda. Pra mim a noticia do ano.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Paul MacCartney - 1970 - Paul McCartney


Ao contrário do que se esperaria, o primeiro trabalho solo de Paul McCartney, gravado em 1969 e lançado no ano seguinte, não foi recebido com entusiasmo pela crítica especializada à época. Mas quem liga para a crítica? O álbum chegou rapidamente ao topo das paradas americana e britânica. Enquanto John Lennon e George Harrison tentavam se afirmar com seus primeiros trabalhos pós-Beatles, McCartney produziu um disco simples e despretensioso. E talvez por isso tão especial.
O álbum inteiro valeria pela canção "Maybe I'm Amazed", provavelmente a melhor de Paul fora dos Beatles. Uma balada de amor madura e doce composta para sua esposa Linda McCartney. Aliás, uma marca nesse disco é o lado familiar de Paul, além de 'Maybe I'm Amazed', Linda ganhou a fofa 'Lovely Linda' logo no início do álbum. E a filha do casal, Mary, aparece na contra-capa do disco com o pai. A outra vertente de 'McCartney' é o experimentalismo. Paul usa os conceitos do lado B de Abbey Road de forma ainda mais radical nesse álbum, com as instrumentais 'Valentine Day', 'Momma Miss America' e 'Kreen-Akrore'. Em algumas partes essas músicas são geniais, e em outras chegam a ser um pouco irritantes.
Experiências à parte, o disco ainda conta com a ótima 'That Would Be Something', com um arranjo puxando um pouco para o folk; a interessante 'Every Night', a melancólica 'Junk' e a empolgante 'Oo You'.